Isabela se sentia mal por ser desse jeito. A frustração de ter se assustado por algo tão trivial a consumia por dentro, corroendo sua autoconfiança habitual.
Jorge percebeu seu desconforto e, se inclinando na direção dela, comentou com voz suave:
— Você já foi incrível naquela situação. As mulheres, infelizmente, sempre foram um grupo vulnerável na nossa sociedade. Você estava lidando com as artimanhas de um homem indecente. É normal sentir medo.
Isabela franziu os lábios, um leve sorriso reluta