CLAIRE
Na manhã seguinte, quando acordei e fui para a sala, Lucas ainda estava lá, adormecido no sofá. Parecia tranquilo, uma paz que eu raramente via em seu rosto. Os traços normalmente rígidos estavam relaxados, e, por um momento, fiquei perdida naquela imagem, pensando no homem que havia revelado uma parte tão frágil de si na noite anterior.
Quando finalmente abri a porta da cozinha, o som o despertou. Ele piscou, confuso, mas logo percebeu onde estava e levantou-se, passando a mão pelo rost