CLAIRE
O ar parecia pesar em meus pulmões enquanto caminhava pelos corredores brancos e silenciosos do hospital. Gabriel segurava minha mão com firmeza, seus olhos brilhando com a curiosidade de quem não entendia completamente a gravidade da situação. Ele tinha apenas três anos, mas era esperto o suficiente para perceber que algo estava errado.
— Vamos ver o papai? — perguntou ele, sua voz suave e cheia de esperança.
Meu coração apertou. Como explicar a ele que o homem que tanto amávamos não sa