William Taylor
Depois de ter uma noite de cão, acordei com o senhor Reginald esmurrando a porta do meu quarto na mansão da Park Avenue. Eu nem me daria ao trabalho de responder, então apenas vesti um calção e abri a porta, ignorando o frio do ar-condicionado central.
— MOLEQUE! VOCÊ É UM MOLEQUE! — Ele gritou, de forma grotesca, demonstrando mais uma vez sua insatisfação crônica. — Ouça bem — Meu pai colocou o dedo indicador em riste, a centímetros do meu rosto. — Você vai reparar o mal que fez