No instante em que o nome sai da minha boca, Max congela. O sorriso zombeteiro desaparece, e seus olhos demonstram um choque profundo, quase pânico. Ele estava relaxado, e em um segundo, ele se tornou uma estátua de seriedade e confusão.
— O quê? — A voz de Max mal sai, rouca. Ele repete, mais forte: — Qual o nome completo?
— É Sophie Bailey.
Max fica paralisado e respira fundo, esfregando o rosto com as mãos. Ele olha para os lados, como se precisasse disso para pensar.
— Você... Você tem certeza que é ela? — A pergunta dele é quase um rosnado.
— Quem mais seria? É claro que é ela! Você está me assustando. O que está acontecendo? Você a conhece?
— Não, não conheço. — Max me interrompe, a voz agora controlada, mas fria. Ele sorri, mas o sorriso não alcança seus olhos. — Desculpa, pensei ter ouvido o nome de uma ex-colega. É... é só isso.
— Está tudo bem, cara? Parece ter visto um fantasma…
— Tá tudo bem. Eu... eu só vou ali falar com as meninas. Coisa de boate. — ele sorri de forma f