Sophie Bailey
— Quer uma carona? É perigoso andar sozinha por essas áreas, principalmente com sua amiga no estado em que está. — engulo em seco, lembrando da última vez que me fizeram esse mesmo convite.
— Não é necessário, Max. — noto que ele ainda não soltou a minha mão.
— Tem certeza? Não seria problema nenhum para mim, já estou indo para casa também.
— Não quero incomodar.
— Relaxa, não é incômodo algum. Vem, vamos buscar sua amiga.
Chegamos onde deixei a Anne. Ela já estava deitada, com as mãos embaixo do rosto, em posição fetal.
— Vamos, amiga. — cutuco ela.
— Ah, me deixa dormir. — ela resmunga e vira para o outro lado.
— Para de dar vexame e levanta desse sofá. Amanhã vai acordar com uma dor de cabeça daquelas do tanto que bebeu.
— Deixa de ser chata, só mais dois minutinhos.
— Acho melhor eu carregá-la, porque não parece que ela está disposta a levantar.
— Olha o que você me faz passar, Anne.
— Relaxa, Sophie. Sua amiga não parece ser pesada. — ele inclina o corpo e coloca u