Suas palavras... Deus, elas me desmontam.
Ignorando o homem absurdamente lindo que é meu chefe, mergulho na água, deixo o sol beijar minha pele, e mergulho de novo. Tento manter meu foco no azul infinito do céu e do mar, buscando na natureza a serenidade que ele insiste em tirar de mim com sua simples presença.
Quando o relógio se aproxima do meio-dia, o cozinheiro aparece com um sorriso simpático:
— Posso servir o almoço?
— Nos dê uns dez minutos e pode servir. — A voz de Ozan, firme e carregada de autoridade, faz minha atenção se des