Hoje vamos sair. Pretendo mudar de cenário.
A cama é grande e macia, quase uma réplica da que eu tinha no meu antigo quarto. Os lençóis de algodão estão impecáveis e perfumados, mas, por mais que eu tente, o sono não vem. É como se meu corpo recusasse o descanso, mesmo estando exausto. Meu coração bate mais rápido do que deveria, e minha mente é um turbilhão.
A imagem de Ozan, sem camisa, vindo na minha direção se repete na minha cabeça como um caleidoscópio que não para de girar. Cada detalhe da cena parece ampliado: o brilho da pele de