Isabelly
— Defina tudo, Sandra. — Levanto-me da cadeira e seus olhos caem para a minha barriga. Instintivamente levo minhas mãos ao meu ventre e caminho até uma janela. Olho para a cidade em pleno movimento lá embaixo. — Você está me pedindo perdão pelo abandono de vinte e dois anos, ou pelo seu desprezo e humilhação de meses atrás? — Olho em seus olhos agora. — Desculpe, é que eu estou confusa — retruco irônica e ela suspira.
— Eu já entendi. Eu tenho uma conta muito alta com você, não é isso?