Christopher Ávila.
Na noite do sequestro...
Olho para Débora sentada no banco de trás ao meu lado e depois para o homem dirigindo no banco da frente do carro. Ela sorri para mim, mas não vejo alegria alguma no seu sorriso. É como se forçasse esse sorriso e eu não sou medroso, mas confesso que isso me deixa com medo. Logo estou arrependido aceitar a sua carona, mas não tenho como desistir da minha escolha. Ele dirige por muito tempo e o prédio da Sorvetinho não chega nunca. Meu coraçãozinho come