Alessandro
Ficamos naquele canto do jardim tempo suficiente para que a Lia se acalmasse.
Eu estava sentado com ela entre minhas pernas e a apoiando em meu peito há alguns minutos e já estava fazendo desenhos imaginários sobre meu braço que apertava a sua cintura.
É estranho para mim me sentir tão à vontade assim com ela... mas, não quero me afastar.
Rey e Ney estavam ao nosso lado, deitados e esperando por nós. Eu olhei para eles e suspirei. Precisávamos voltar. Eu tinha um assunto pendente.