— Uau. – Exclamo, observando ao redor. – Eu não imaginava que esta seria sua casa.
Dylan sorri timidamente enquanto caminha em direção ao interior do castelo.
— Pensei que naquele dia em que me resgatou... bem, pensei que aquele quarto fosse sua casa. – Digo, envergonhada.
— Aquela é minha casa. – Ele sorri constrangido. – Mas depois do ataque, tive que vir morar aqui... bem, é uma herança de família.
Dylan dá os primeiros passos, e eu o sigo pelo longo corredor adornado com decorações antigas,