Bennett
— Olhe para mim, porra! — ordeno cheio de raiva, mas ela não me olha, continua perdida no tempo. — Eu preciso que você me diga por que fez isso comigo? — sibilo baixo demais. — Qual foi o meu pecado? Por que você simplesmente não me matou de uma vez? FALA COMIGO, PORRA! — Perco a paciência e respiro fundo. Contudo, não contenho algumas lágrimas silenciosas. — Era isso que você queria? — pergunto seco e trêmulo, sem esconder a minha vulnerabilidade. — Queria me ver assim derrotado? Pois