Júlia
… Eu te amo!
… Eu te amo, David Bennett!
As palavras escaparam de minha boca no auge de um orgasmo que parecia querer me partir ao meio e depois, uma quietude incomoda se alojou entre nós. Embora as nossas respirações fosse o único ruído que eu conseguia ouvir, Bennett continuava com a sua cabeça enfiada no vão entre o meu pescoço e a minha clavícula.
— David? — O chamo com um fio de voz, mas ele não diz nada e começo a me arrepender de ter me declarado para ele assim. — David, você não