Elena
O som insistente do meu celular me faz abrir uma brecha de olhos e imediatamente a minha cabeça lateja em dor. Meu olhar pesado percorre todo o cômodo e me dou conta de adormeci no sofá. Encho os pulmões de ar quando miro na garrafa vazia e largada no tapete e em cima da mesinha tem outra garrafa pela metade e uma taça que sequer cheguei a esvaziar.
— Hum! — Solto um grunhido frustrado quando o telefone volta a tocar e eu encaro o nome na tela. Senhor Arrogante.
Reviro os olhos.
— Senhor R