Mundo de ficçãoIniciar sessãoO silêncio nos envolvia quando cruzamos o corredor.
A mão de Héctor apertava a minha com firmeza, mas não era mais o toque de quem protege.Era o de quem possui com devoção, de quem venceu uma guerra e agora exigia o direito de celebrar sua vitória comigo.Fechei a porta devagar atrás de nós.O mundo lá fora deixou de existir.Ele parou. Me olhou. E queimou.A respiração pesada. Os olhos cravados nos meus com uma fome bruta. Não era pressa. Era necessidade.— Estam






