Rodrigo
Subi pelo elevador sentindo meu sangue ferver de antecipação. Quando abri a porta, lá estava ela. Nua, linda, exatamente como eu havia mandado: de pernas abertas, exposta para mim como uma oferenda viva.
— Que mulher maravilhosa eu tenho — murmurei, com os olhos cravados em sua intimidade úmida e convidativa.
Aproximando-me como o predador que sou, prendi seu olhar e disse:
— Você está perfeita… do jeitinho que eu gosto.
Meu desejo era palpável. Estava duro como pedra, latejando por