Quando acordei, pisquei, sentindo que a visão demorava a clarear. Tudo parecia borrão, e apenas uma voz feminina soava ao longe.
Senti um toque suave no meu braço.
Ela me chamava, mas a voz parecia abafada, como se houvesse algodão nos meus ouvidos.
— O que… O que está acontecendo? Falei, mas até a minha própria voz pareceu distante. Fiquei aterrorizada e comecei a debater‑me. Foi então que mãos fortes me seguraram com firmeza.
— O que… Por favor, não quero morrer… — Sussurrei, tremendo, en