â Aneliese Moore â
Respiro fundo antes de tocar a campainha da residĂȘncia Blake. O som metĂĄlico ecoa no silĂȘncio da noite, e imediatamente sinto o peso da hora. Ăs 22h50, Ă© improvĂĄvel que alguĂ©m alĂ©m do prĂłprio senhor da casa apareça para me atender. As crianças jĂĄ devem estar em seus quartos, adormecidas; os funcionĂĄrios, recolhidos. O que me resta, portanto, Ă© a figura imponente de Alexander Blake.
Toco a campainha uma segunda vez, e enquanto espero, a brisa fria tĂpica de Seattle se infiltra