POV: YULLI
— Yulli. — A advertência veio grave com autoridade explicita. Suas pupilas dilataram, e o brilho predatório em seus olhos deixou claro que eu estava brincando em um território que não deveria. — É uma pena que você não saiba quando parar. Vou adorar tê-la como minha prisioneira.
— Esse é o ponto que você ainda não entende, vira-lata. — Falei em um tom suave, quase melódico, enquanto meus dedos deslizavam pelo tecido de sua camisa, apertando-o levemente. — Não pretendo ser sua prisione