Mesmo totalmente fora de mim, perdida no meio de tanto prazer, com o corpo em chamas e a mente girando... eu ainda sentia medo.
Medo de me entregar. Medo de me abrir. Medo de que, depois de tudo isso, quando o sol nascesse, ele virasse para mim e jogasse cada momento disso na minha cara, como mais uma forma de me ferir, de me destruir, de usar contra mim.
— Não... — falei, a voz embargada, fraca, tentando me afastar um pouco, virar o rosto, fugir daquilo que eu tanto queria mas temia mais d