Bastien não via nada além de Kate, sua Kate, em seus braços. A respiração dela era o que mais importava. E seus olhos —aqueles olhos que olhavam o mundo com um tênue brilho de esperança— estavam quase apagados pela quantidade de sangue que haviam lhe tirado. Mas ele não deixaria que ela morresse, não enquanto estivesse vivo. Olhou para Joel.
—Quero todos os médicos como prisioneiros. Vamos fazê-los falar. Preciso saber por que levaram a Kate.
—Sim, senhor.
Num só movimento, ergueu-a e a colou a