CAPÍTULO TREZENTOS E TRINTA E SETE — A SONHADA ALTA, ESTOU LIBERADA.
ELISA RIVER.
Eu ri, pois ele estava certo, eu realmente queria algo. Ele, todinho dentro de mim.
— Por que você acha isso?
— Porque você está muito boazinha.
— Que absurdo.
— Elisa.
Cruzei meus braços.
— Está dizendo que eu não sou carinhosa?
Ele soltou uma pequena risada.
— Não foi isso que eu disse, amor. Mas…
— Então, o que disse?
Victor me olhou durante alguns segundos. Depois estendeu a mão e segurou a minha. E me puxou cuidadosamente para perto. Parei entre suas pernas.
Seu olhar subiu at