VICTOR BALTIMOR.
Pensei rápido e respondi logo à sua pergunta:
— É só um modo de falar, Elisa. Não tem ninguém querendo machucar nossa filha. A Melissa está segura. Só estou dizendo o que os pais costumam dizer. Não comece a se preocupar à toa.
— Que bom, achei que minha pequena estivesse em perigo — disse, aproximando-se do berço e acariciando a cabeça de Melissa.
— Nossa, você quis dizer — falei sério, cruzando meus braços. — Não esqueça que ela também é minha filha.
Elisa me olhou e revirou