CAPÍTULO DUZENTOS E VINTE — EU GOSTO DE PROVOCÁ-LA.
VICTOR BALTIMOR.
Eu já imaginava que ela ia se assustar ao me ver ali. Eu havia entrado sorrateiramente. Sabia, no exato momento em que me deitei naquela cama e decidi não sair dali, que ela não iria gostar. Ainda assim, não me movi. Fiquei esperando.
Talvez porque, no fundo, eu quisesse exatamente isso. A reação dela, ver a Elisa desafiadora que conheci e que me encantei, em ação. Ela ultimamente só vivia para cuidar de mim e da nossa filha. Não queria que ela deixasse de ser quem era, por nós