CAPÍTULO DUZENTOS E NOVE — NÃO PERMITIREI QUE AFUNDE.
VICTOR BALTIMOR.
A honestidade daquela resposta me atingiu com força. Mas eu preferia aquilo. Preferia a verdade dura do que uma mentira confortável. Inclinei-me um pouco para frente, ignorando a dor das costelas.
— Escuta bem o que vou te dizer agora.
Ele me olhava em silêncio.
— Você não vai enfrentar isso sozinho.
Minha voz saiu firme, sem espaço para discussão.
— Eu não vou permitir que você se destrua.
Os olhos dele se encheram de lágrimas outra vez. Continuei.
— Se for preciso, eu mesmo v