CAPÍTULO CENTO E VINTE E SETE — UMA PEQUENA ESPERANÇA DE VÊ-LO.
ELISA RIVER.
Respirei fundo, mas o ar não parecia chegar aos meus pulmões. As palavras de Abigail ainda ecoavam na minha cabeça, duras, implacáveis, impossíveis de ignorar. “Victor proibiu sua entrada.”
Aquilo doía muito. Ecoava na minha mente como um golpe repetido, incessante. Fechei os olhos por alguns segundos, tentando impedir que o desespero tomasse conta. Não consegui.
Meu corpo inteiro reagiu. Senti um nó se formar na garganta, os olhos arderam e, antes que eu pudesse impedir, as lágrim