Mateus observava Maisa, hesitante. Os agressores haviam sido derrubados por ela e, logo depois, levados pela polícia. Com os culpados atrás das grades, ele sentiu um aperto no peito: o pretexto para protegê-la — e, consequentemente, para vê-la — havia acabado. Contra a vontade, ele se despediu em silêncio e começou a se afastar, passo a passo.
Ao vê-lo partir lentamente sob a luz dos postes, Maisa foi atingida por uma sensação de perda indescritível. Quase sem pensar, ela pegou o celular, reini