O burburinho de desaprovação no escritório foi cortado por uma voz aguda e firme. Todos se viraram bruscamente. Lara estava de pé, o rosto corado de indignação, agindo como um escudo humano à frente de Luana.
A proximidade entre as duas era conhecida, mas o apoio público em meio a uma acusação de plágio chocou os colegas.
"Será que isso ainda precisa de provas? Não é óbvio?", questionou um colega, com desdém. "Lara, não seja tola. Não se deixe usar como massa de manobra."
"Não se preocupe com