Luna permaneceu parada diante da porta do quarto.
Sua mão tremia sobre a maçaneta.
Respirou fundo.
Tentou controlar o coração.
Mas era impossível.
Durante todo o caminho até aquele andar, ela repetiu para si mesma que os médicos poderiam estar enganados.
Talvez Leonardo apenas estivesse confuso.
Talvez precisasse de algumas horas.
Talvez...
Ela empurrou a porta lentamente.
O quarto estava silencioso.
A luz da manhã atravessava a janela.
Leonardo estava sentado na cama, com o braço enfaixado e a