— Leonardo!
O grito de Luna ecoou pelo estacionamento.
Ela segurava o rosto dele com as mãos trêmulas.
O sangue manchava sua roupa.
— Olhe para mim... por favor...
Os olhos de Leonardo permaneceram fechados.
Ela encostou a cabeça em seu peito.
Um segundo.
Dois.
Então ouviu.
Tum... tum...
Fraco.
Mas havia batimentos.
— Ele está vivo!
Antes que pudesse pedir ajuda, dois homens vestidos de preto correram em sua direção.
Instintivamente, Luna levantou-se para proteger Leonardo.
— Não cheguem perto