O silêncio tomou conta do pequeno apartamento.
Alina encarava Caetano, esperando que ele dissesse que tudo não passava de um mal-entendido. Mas a expressão dele era séria demais para isso.
— Tem certeza do que ouviu? — ela perguntou.
Caetano assentiu devagar.
— Augusto não brincaria com uma coisa dessas.
Dona Ester levou a mão ao peito.
— Eles descobriram...
Alina virou-se rapidamente para a avó.
— Eles? Quem são eles?
A senhora balançou a cabeça.
— Eu não sei. Seu pai nunca revelou nomes. Ele