Erik
— Não sei — Loren examinava o conteúdo da carta, abismada. — Mas com certeza é dela, a letra e até os desenhos fofos nos cantos da folha, ela dizia que era sua marca registrada. — Sorriu um pouco emocionada.
— Não tenho dúvidas que seja ela. — Limpei as lágrimas que insistiam em escorrer.
— Céus, ela está viva e bem. — Loren me abraçou e me concentrei naquele perfume.
— Sim, está viva… — Sentei-me na poltrona levando Loren junto.
Ela se acomodou no meu colo e apoiou a cabeça em meu ombro