Selene
Ao retornar, estacionei na frente de casa, como previ, cheguei bem depois da hora do almoço. Estive o tempo todo inquieta, era uma saudade absurda. Puxei minha mochila e saí do carro, queria vê-lo e beijá-lo, mesmo que ainda estivesse impressionada com aquilo.
Desconsiderando as coisas ruins e complicadas, beijar ele foi como flutuar e me senti em um lugar distante, mas que se parecia com um lar. Como eu deveria interpretar isso? Se fosse tão fácil de entender, eu teria muitas respostas.