Daryk
— Daryk, a comida! — Selene gargalhou em meio aos meus beijos em seu pescoço. — Vai queimar.
— Eu sei. — Beijei seu ombro e subi minha mão por sua coxa, infelizmente, precisei soltá-la antes de fazer algo a mais. Voltei para as panelas e tirei do fogo, já estava pronto. — Sente-se, já vou servir.
Selene obedeceu e olhei para meu pau duro que a roupa fina não conseguia esconder. Se ela não insistiu em me tocar, é porque está com fome de verdade e de comida. Mas depois que nós nos agarramos