Quando Nyra entrou novamente na casa da alcateia, o silêncio parecia mais pesado do que nunca.
A madrugada ainda dominava o território. Apenas algumas tochas fracas iluminavam os corredores de pedra, lançando sombras longas pelas paredes.
Ela caminhou devagar.
Cada passo era controlado.
Cada respiração, medida.
Porque por dentro…
Nyra ainda estava sangrando.
Seu coração doía tanto que ela quase podia sentir cada batida rasgando seu peito.
Mas ninguém podia ver isso.
A Luna da alcateia não chora