A floresta parecia diferente naquela noite.
Nyra estava de pé no centro da pequena clareira, olhando para a própria mão ainda aberta diante da luz da lua.
O brilho que havia surgido em sua palma já havia desaparecido.
Mas a sensação ainda estava ali.
Como uma energia silenciosa correndo por suas veias.
Algo antigo.
Algo que não existia antes.
Ela respirou fundo.
— Isso… não é normal.
Malrik observava de alguns passos de distância, apoiado em uma árvore antiga.
— Não.
Nyra virou o rosto para ele