Silêncios que Falam.
A manhã chegou devagar, trazendo uma luz suave que filtrava pelas cortinas da mansão.
Eu despertei primeiro.
O corpo de Leonardo não estava próximo, mas sentia a presença dele na casa, em cada espaço que tinha protegido, em cada gesto que antecipava os meus. Havia algo de tenso e delicado ao mesmo tempo:
Ele estava ali, mas ainda distante, como se equilibrasse a necessidade de proteção com a cautela que a vida exigia.
Senti a necessidade de ver Gabriel.
Ele dormia no s