"E então? O que está esperando?" Ele instigou, se remexendo na cadeira. Ela já podia ver um volume se formando entre suas pernas abertas. Suas mãos apertavam as bordas dos braços da cadeira impacientemente.
"Eu quero o que eu paguei."
Não seja covarde, Angel...
Seus quadris se moveram com o ritmo vindo das caixas de som. Ignorando o profundo sentimento de pavor, ela se aproximou lentamente do homem. Foi preciso muito esforço para não desviar do olhar do homem claramente excitado à sua frente.