Helena Aris
Amor e paixão deveriam ser sentimentos que poderíamos guardar na gaveta, silenciá-los com a voz ríspida da razão. Mas a cada aproximação de Simon, eu sentia a minha lucidez escorrer pelos dedos, e o meu amor-próprio, que sempre veio em primeiro lugar, vacilar miseravelmente.
Eu precisava me afastar. Ele tinha acabado de me acenar com o sonho de assumir a cadeira da Thorne para, no momento seguinte, rachá-la ao meio, como se gritasse na minha cara a minha suposta incapacidade de pres