Helena Aris
Eu já estava à beira das lágrimas. Olhei para o sofá, mas Maeve parecia paralisada, sem movimentos. Eu sabia que tinha que reagir, que precisava aprender de uma vez por todas a bater de frente com ele, mas, naquele momento exato, o medo era uma parede intransponível diante de mim.
— Senhor Kaelen... — quando Maeve murmurou naquele tom contido, meu estômago revirou. Não, não era possível. Aquela mulher estava ali cuidando dele, limpando suas feridas, e agora falava como se ele fosse