Helena Aris
Abri a porta num estrondo controlado, e a silhueta imponente de Simon Kaelen imediatamente preencheu o vão.
— Não negociamos direito, Helena — a voz dele veio pesada, mas o tom já não era mais o de uma ligação telefônica. Ele estava ali.
Dei passos rápidos para trás até que minhas costas bateram no estofado gasto do sofá. Não foi exatamente um baque, foi o limite que meu próprio corpo encontrou para fugir.
— O suficiente para você decidir se tem mesmo honra como diz, Kaelen. Me en