Sangue, é tudo que vejo ao meu redor enquanto fumo um dos charutos caros do Don Hazor.
Tive um trabalho para eliminar todos, com alguns até fui bondoso e atirei na cabeça, outros que me irritaram, esquartejei sem me importar com os gritos que ecoavam enquanto eu o fazia.
Meus dedos estão vermelhos na cor carmesim, nem sei a quem pertence o sangue em minhas vestes, gosto da sensação quando termino de ceifar vidas, nunca me arrependo, essa é a melhor parte.
A porta é aberta por Demétrio, deixo o