A música recomeçou. O salão respirou de novo.
Matteo voltou-se para Darya.
— Estás bem?
— Estou. Desculpa, eu—
— Não te desculpes. — Puxou-a para si. — Aqui, ninguém te reduz. Muito menos a minha esposa.
Darya encostou-se a ele.
— Esta festa está um caos.
— Talvez — disse Matteo, com um meio sorriso. — Mas ainda é nossa.
Olhou para o bolo.
— Vamos cortar o bolo, tirar fotografias… e depois levo-te daqui.
Beijou-lhe a testa, possessivo e protector.
Nada estragaria aquele di