Valentina não gritava.
Ela não quebrava objetos. Não fazia escândalo.
Ela planejava.
E naquela noite, sentada sozinha na sala de seu apartamento luxuoso, com uma taça de vinho intocada na mão, ela não estava chorando o fim do noivado.
Ela estava calculando o próximo movimento.
Helena.
O nome ecoava em sua mente como uma afronta.
Uma criança.
Uma criança havia tirado dela um casamento estratégico. Um lugar garantido na família. O controle sobre a sucessão.
Não.
Ela não permitiria isso.
Ela abriu