O mundo estava em um estado de tensão quase palpável. Pequenos sinais de instabilidade se acumulavam, e cada decisão humana se tornava crítica. Helena havia levado seu plano ao ápice: manipulação global, caos econômico, crises políticas e pânico social. Mas Daniel e Lívia haviam se infiltrado no cerne de suas operações, criando uma rede de contra-ataques que lentamente minava a confiança da antagonista em seu controle absoluto.
Eles não precisavam destruir Helena; precisavam fazê-la errar. Uma