O frio e a chuva de domingo contribuíram para passarem o dia todo nos braços um do outro. Foram para a varanda da suíte, o Salvatore deitou em uma das espreguiçadeiras, a puxou para seu colo e os cobriu com um cobertor macio. Aconchegada contra o peito dele, Paulina deslizava os dedos por seu braço forte, sentindo sua própria pele arrepiada pelas carícias suaves em sua cintura.
Os braços protetores ao seu redor, as carícias e beijos suaves enchiam Paulina de segurança e paz. Se pudesse passaria