Ponto de Vista: Maya
O "dia ridículo de princesa" começou com um nó na garganta. Eu entrei no salão na cidade vizinha — um lugar que a Fátima indicou como se fosse um segredo de estado — sentindo que estava traindo a fortaleza que construí em Porto do Silêncio. Eu olhava para os espelhos grandes, para as luzes claras e para todos aqueles frascos coloridos com um distanciamento quase doloroso. Eu me via como uma intrusa.
Mas, à medida que as mãos da profissional começaram a trabalhar no meu cabe