EULÁLIA
— Ele te viu assim — disse entre os dentes.
Separei os lábios, surpresa, mas foi apenas por um momento. No minuto seguinte, recordei como teria sido miserável a minha existência se Ciro ainda estivesse vivo e aqueles humanos tivessem me tocado.
Engoli o nó que se formou na minha garganta, tentei me recompor antes que os olhos lacrimejassem, e sorri para ele.
— Wulfric… — ele já tocava minha cintura, barriga exposta e coxas.
— Ele te viu assim — repetiu, agora mais baixo, como se estives