Analú acordou com um barulho no quarto, algo que a fez saltar à procura de algo para defender seu amado que jazia inconsciente ao seu lado. A ideia de ver Marcus nas mãos daqueles homens era impensável, ela morreria antes de permitir que o levassem, não que pudesse dificultar muito para os bandidos, mas ela tentaria. — Desculpe esse velho desastrado, minha querida, minhas mãos já não são tão ágeis como antigamente. Bom Dia! Como está se sentindo, minha filha? Dormiu bem?
— Estou bem, obrigada!